As conclusões são da Entidade Reguladora da Saúde: em 2024 mais de metade dos utentes referenciados para uma unidade de cuidados paliativos da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (UCP-RNCCI) “faleceram antes da admissão”, o que traduz um aumento em relação aos dois anos anteriores. Já a percentagem de admitidos desceu. Embora Portugal tenha uma rede “formalmente estruturada, subsistem constrangimentos no acesso”, conclui o regulador, apontando, por exemplo, “insuficiência e desigualdade” na distribuição de unidades e camas.
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