Foram 30 minutos de ataques, com o almirante Henrique Gouveia e Melo a conseguir ditar o tom e transformar o último dos 28 debates das presidenciais num debate monotemático: só se falou do passado de Luís Marques Mendes como consultor e advogado, e da sua suposta opacidade por não se conhecerem os clientes para os quais trabalhou quando estava fora da política e era consultor na sociedade de advogados Abreu Advogados. Se um acusou o outro de ser “um facilitador” ao fazer advocacia de “negócios” e “proteger os ricos”, o outro ficou na defensiva e pediu exemplos de conflitos de interesses ou de comportamentos eticamente censuráveis: “Diga-me um!”
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