Num cenário em que a maioria dos presidentes de câmara são homens, as mulheres continuam a estar sub-representadas nas autarquias e a ocupar, sobretudo, cargos de menor poder. Ainda assim, este ano verificou-se uma mudança que pode contribuir para mudar o paradigma: há mais jovens eleitas nas freguesias, o que mostra que são uma porta de “entrada na vida política” para as mulheres.
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