“Inevitável” foi o adjectivo que a direcção da maior associação de grupos de distribuição alimentar do país usou para sublinhar que o cabaz de alimentação irá aumentar em 2026. Na entrevista ao Jornal de Negócios/Antena 1 publicada há menos de um mês, Gonçalo Lobo Xavier dava como exemplos dessa “inevitabilidade” os aumentos que a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) estimava “na ordem dos 7% na carne e peixe”, sem especificar quais os animais em causa. Em Novembro, confirmou há dias o Instituto Nacional de Estatística (INE), a inflação abrandou para 2,2%, com os produtos alimentares não transformados a atingirem uma variação homóloga do índice de preços de 6%. Para 2026, o Governo antecipa uma inflação de 2,1%.

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