Os turistas ainda se passeiam por Braga, a idolátrica, o seu esplendor; alguns curiosos questionam-se sobre o que significará um certo conjunto de indivíduos a desfraldar bandeiras azuis com o nome de Gouveia e Melo, outros filmam toda a cena, será certamente alguma tradição lusitana que lhes é desconhecida. Na Praça da República, uma grandiosa árvore de Natal ilumina os rostos das crianças, aqui a época ainda é festiva apesar de o Dia de Reis já ter passado. A cinco, dez minutos a pé desse local, o Lustre – famosa discoteca de Braga que celebrou, em 2025, o seu décimo aniversário – troca o Dia pela Noite: é chegada a Noite dos Reis da Bazuuca, promotora local que anda, também ela há uma década, à procura de valorizar o que de melhor se faz na Cidade dos Arcebispos. Todos os anos a tradição mantém-se e a Noite dos Reis tem um distintivo singular: o de primeiro festival de música do país.

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