O tribunal de West Kowloon, em Hong Kong, condenou esta segunda-feira Jimmy Lai, magnata dos media e activista pró-democracia do território semiautónomo chinês, a 20 anos de prisão, pelos crimes de conspiração com forças estrangeiras e publicação de “material sedicioso”, ao abrigo da Lei de Segurança Nacional, imposta em 2020 pelo Governo da República Popular da China.
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