As ligações ao Brasil e a Marrocos do advogado Paulo Topa, detido esta semana por ser suspeito de ter criado um mega-esquema para desviar património de empresas em insolvência ou em recuperação, levaram o Tribunal de Instrução Criminal do Porto a concluir que há perigo de fuga e a decidir pela prisão preventiva do arguido, a medida de coacção mais grave. A juíza de instrução considerou ainda haver perigo de perturbação da ordem pública, pelo medo reportado pelas testemunhas, e perigo de continuação da actividade criminosa.

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