A
 autobiografia de Morrissey, intitulada apenas “Autobiography” (2013), mas pomposamente publicada na colecção Penguin Classics, é um texto muito desigual: metade descrição dickensiana, estupenda, da Manchester da sua infância e juventude, metade ruminação azeda sobre editoras discográficas, processos judiciais e a detestável imprensa. As memórias de Johnny Marr, significativamente intituladas “Set the Boy Free” (2016), são sobretudo musicais, uma viagem às suas canções, bandas, colaborações, espírito criativo. Já Mike Joyce, o baterista, editou este ano a sua narrativa desses tempos, com o modesto título “The Drums”, livro de um fã dos Smiths que, por acaso, era membro dos Smiths.

Já é Subscritor?
Comprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler

Deixe uma Resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

plugins premium WordPress