O director executivo da Archewell, organização de caridade fundada pelo príncipe Harry e pela sua mulher, a ex-actriz Meghan Markle, anunciou nesta segunda-feira que deixará o cargo e regressará a Londres após cinco anos em Los Angeles.
James Holt, que trabalhou com o duque e a duquesa de Sussex por quase uma década, permanecerá como consultor filantrópico sénior e continuará a apoiar as viagens humanitárias de Harry e Meghan em 2026, disse um porta-voz do casal.
Holt elogiou o trabalho realizado pela fundação, especialmente a ajuda prestada a famílias afectadas por danos online, afirmando que elas o inspiram todos os dias. Já Harry e Meghan não se pouparam nos elogios: “James tem sido um apoio extraordinário nos últimos quase dez anos”, afirmou o casal real num comunicado. “O seu entusiasmo e talento na supervisão dos nossos esforços filantrópicos têm sido extraordinários.”
Holt disse ainda que foi “um dos grandes privilégios” da sua carreira trabalhar para Harry e Meghan. “Desde o meu primeiro projecto com o príncipe Harry, há oito anos, para melhorar o apoio à saúde mental dos soldados do Exército britânico, até ao nosso trabalho recente ajudando crianças feridas em Gaza, ele sempre me desafiou a pensar mais alto sobre como podemos fazer a diferença”, disse Holt.
Ele disse que reconheceu uma alma gémea assim que conheceu Meghan, descrevendo-a como “alguém que encontra alegria mesmo em momentos difíceis e se conecta autenticamente com as pessoas, independentemente das circunstâncias”.
No início deste mês, Harry e Meghan anunciaram planos para reformular a sua fundação, que criaram em 2020 após se afastarem das funções reais e se mudarem para os Estados Unidos, transformando-a na Archewell Philanthropies.
Desde a sua criação, a Archewell tem-se concentrado em questões como ciberbullying e saúde mental e, em Setembro, doou 500 mil dólares para ajudar crianças em Gaza e na Ucrânia. Harry e Meghan também dirigem a Archewell Productions, que tem um contrato plurianual com a Netflix.
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