Este grosso volume de setecentas páginas reúne nove anos de labor diarístico, e confirma que Yvette K. Centeno é, sobretudo, uma personalidade. Alguém que em todos os géneros literários que cultiva conflui para uma mesmíssima fonte, como variantes de uma única imaginação agente. É um criador com uma “visão” unitária — tão raro, em época de dispersivos “especialistas”.
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