Depois de o Presidente da República ter devolvido ao Governo, sem promulgação, três decretos-lei da área da saúde, a oposição aponta o dedo ao executivo liderado por Luís Montenegro e acusa-o de agravar os problemas do Serviço Nacional de Saúde (SNS). À esquerda, PS, Livre, PCP, BE falam, acompanhados pelo PAN, em “incongruência, “incompetência” e num “assalto ao SNS”. À direita, a IL entende que este “é mais um sintoma de quão mal está a ser tratada a saúde em Portugal”. O PSD não comenta, por ainda não conhecer os fundamentos de Marcelo Rebelo de Sousa. Já o CDS, parceiro dos sociais-democratas na AD, defende que estas reformas são “fundamentais”​ e garante que a sua execução é prioritária.

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