No decurso de 2025, houve algumas boas notícias sobre os museus e monumentos dirigidos pela Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E. (MMP): primeiro, o número considerável de estaleiros de obra geridas pelo instituto público do Património Cultural que, apesar de sucessivos constrangimentos, irão melhorar, com maior ou menor profundidade, muitos edifícios e as suas condições museológicas; segundo, a inauguração do Museu Nacional da Música nas suas novas instalações no Convento de Mafra, abrindo um ciclo promissor que pode ambicionar a parcerias internacionais mutuamente enriquecedoras, reforçando a imensa energia daquele território e alargando-se a outros espaços monumentais relativamente próximos onde a música se pode instalar ou ser reforçada; terceiro, a afirmação da Colecção de Arte Contemporânea do Estado (CACE) que, segundo a informação do seu site, promoveu este ano nove exposições, duas das quais fora de Portugal, com parcerias diversas, e as outras numa geografia ampliada (Braga, Évora, Tavira, Lisboa, Leiria), utilizando o acervo que lhe compete gerir e fazer crescer. Sandra Vieira Jürgens, responsável por este serviço, foi a curadora da maioria destas exposições e presidiu também, de acordo com o regulamento em vigor, à actual Comissão de Aquisição de Arte Contemporânea que terá executado o orçamento previsto de 800 mil euros, o mesmo de 2024.
O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Deixe uma Resposta