Sem querer imitar a “Presidência dos afectos” de Marcelo Rebelo de Sousa — mas não fazendo o seu contrário —, Gouveia e Melo continua a ensaiar o perfil que quer levar para Belém e aumenta a pressão sobre o Governo: admite que chamaria o primeiro-ministro para “uma conversa séria” sobre os problemas na saúde. Pelo meio, não esquece os seus dois alvos: Luís Marques Mendes e António José Seguro.
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