As ameaças de Trump de invadir a Gronelândia podem ser lidas à luz da nova estratégia nacional de segurança dos EUA (disponível aqui). Podem ser vistas como um impulso imobiliário de um narcisista aplicado à política externa. Podem ser interpretadas como uma tentativa dos EUA garantirem o acesso a novas fontes de energia e de minerais. Mas há uma quarta leitura, frequentemente subestimada. A Gronelândia não é, para Washington, um novo objeto geopolítico. É uma velha ambição.

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