Falam-nos de batalhas, guerrilheiros, insurgentes, espiões e presidentes, de cabeças perdidas… de uma violência arcaica como na fundação do mundo. São jornalistas de paz em reportagem nas tragédias de um país partido. Ainda agora, como há cinquenta anos, em Junho de 75… gritava Samora: liberdade.

Como se faz jornalismo, assim, quando tudo treme? Como se conta a violência e se protegem os vulneráveis? Como se resgata… o que é humano nos estilhaços do que é brutal?

E os jornalistas, estão seguros num mundo violento? A impunidade e a segurança – física, financeira, digital; a protecção psicológica e emocional – o risco dos jornalistas. Eis formidáveis desafios à liberdade de imprensa e à civilidade.

Aqui e em Moçambique… onde gravei estas conversas, no Outono passado, num rasgão social, debaixo do maior conflito político na Maputo, do pós-guerra civil. Jornalistas com experiência em zonas de guerra, de catástrofe, de violência climática, do fim do mundo.

Nos cinquenta anos de independência de Moçambique, “Grita Liberdade” é um podcast de ciência pública do Iscte – Media Lab, em parceria com o PÚBLICO. Para reforçarmos a democracia e saber mais sobre o jornalismo que vem.

No último episódio desta série, falamos com o jornalista Jeremias Langa, presidente do Instituto para a Comunicação Social da África Austral (MISA).

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