Após a tempestade “Kristin”, Vidrala pede mais apoio para cortar fatura da eletricidade

Com 900 empregos diretos nas suas duas fábricas na Marinha Grande, a Vidrala, que produz todos os anos 2,6 mil milhões de garrafas de vidro, foi uma das empresas afetadas pela tempestade “Kristin”, que levou a um corte de 44 horas no abastecimento elétrico, mais do triplo da duração da paragem no apagão de 28 de abril de 2025. A empresa recorreu a geradores autónomos que tem dentro de portas, mas, mesmo depois de o abastecimento elétrico da rede ter sido reposto, os problemas persistiram, com “cortes recorrentes”, relatou ao Expresso o presidente executivo (CEO) da Vidrala, Raúl Gómez.

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