
José Fonseca Fernandes
Ainda nesta segunda parte, Isabel do Carmo aponta para o futuro e para o caminho que considera melhor para o país, para mais igualdade e liberdade. É possível uma utopia coletiva onde os desejos e a criatividade individual impere? Como podemos cuidar de nós e uns dos outros nestes tempos tão difíceis para continuarmos a lutar por um país mais justo e mais livre e mais democrático?
Isabel responde e revela o que a leva a não querer abrandar e a ter o consultório aberto aos 85 anos. E ainda lê um excerto do seu livro “Puta de Prisão”, sobre as vidas das prostitutas que conheceu atrás das grades, e lê também um livro de sonetos de Florbela Espanca.
Depois fala dos seus amores do passado e de sempre, partilha algumas das músicas que a acompanham e os seus atuais pequenos grandes prazeres.
“Puta de Prisão”, de Isabel do Carmo e Fernanda Fráguas, pela D. Quixote.
Sonetos, de Florbela Espanca
“Araucária” – Aldina Duarte (letra de Capicua – álbum “Metade Metade”)
“Esperança“ – Teresa Salgueiro (álbum “Horizonte”)
“Cantiga d’um marginal do séc. XIX” – Vitorino e Manuel João Vieira (Novo álbum de Vitorino – “50 anos a semear salsa ao Reguinho”)
“Les temps des cerises” – Yves Montand

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