Luís Neves, o novo ministro da Administração Interna que se opõe à primazia das “perceções” e sobre quem recai “enorme expectativa”

Esteve oito anos à frente da Polícia Judiciária (PJ), mas não foi o que se pode chamar um recatado operacional na sombra. Deu entrevistas, participou em podcasts e não teve, até agora, medo de assumir as suas posições de forma frontal, o que até lhe causou alguns desconfortos, incluindo com a sua classe profissional.

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