No artigo que publiquei recentemente no PÚBLICO, defendi que, se a decisão política de criar uma agência que agregue ciência e inovação for irreversível no curto prazo, então ela deve ser acompanhada por salvaguardas claras: um pilar protegido para a ciência fundamental, um conselho científico independente e a consagração legal da autonomia científica, da pluralidade disciplinar e da estabilidade do financiamento.
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