Nas proximidades de Porto Brandão, fendas em paredes e pavimentos ou deslizamentos na encosta foram acontecendo ao longo de vários dias, verificando-se “novos indícios de movimentos” de terrenos. Já na arriba da Costa de Caparica, houve queda de blocos e desmoronamentos, sendo “provável” a ocorrência de novos incidentes no futuro. Estas são algumas das considerações nos relatórios do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) nas zonas em Almada onde ocorreram desabamentos. A presidente da autarquia, Inês de Medeiros, indica que já começaram intervenções nos territórios afectados e que os danos serão avultados, apelando ao Governo que inclua o concelho nos apoios disponíveis.
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