Há quase oito meses, Fernando Alexandre, ministro da Educação, Ciência e Inovação, fazia o anúncio-relâmpago: a organização do ministério ia ser reformada e, com isso, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) seria extinta – unindo-se à Agência Nacional de Inovação num novo organismo. Na semana passada, na terça-feira de Carnaval, um despacho deste ministério, em conjunto com o da Economia, anuncia a criação de um grupo de trabalho para conduzir uma “recolha e análise crítica da informação disponível sobre o ecossistema nacional de investigação e inovação”. O relatório desta análise pedida pelo Governo será apresentado publicamente esta terça-feira, num evento em Lisboa dedicado ao novo organismo para a ciência e a inovação – a Agência de Investigação e Inovação (ou AI2).
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