Governo mandou rever, mas salários do governador continuam a seguir a Função Pública | Banco de Portugal


Quando Mário Centeno ainda era o governador do Banco de Portugal, o Ministério das Finanças de Joaquim Miranda Sarmento quis convocar uma comissão de vencimentos que estudasse o que se passava nos salários da autoridade. Tinha havido uma polémica com os salários dos consultores do supervisor, o ambiente entre governador e ministro era tenso, e aquela convocatória foi uma forma de o ministro reagir. Reunida, essa comissão pediu que fossem realizados estudos sobre as remunerações atribuídas dentro do Banco de Portugal – não só entre os membros da administração e altos quadros, na sua comparação com outros bancos centrais, como também aos seus profissionais internamente.

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