Mormente doentes | Crónica | PÚBLICO


Os jarros voltaram a alinhar-se no barranco. Emergem das águas como guerreiros alabastrinos resgatados ao barro da terra. Vistos da estrada que leva ao rio, formam uma longa recta que se pode imaginar traçada por mão trémula. Destacam-se no verde das ervas altas, para lá do loureiro junto ao poço.

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