Nos últimos dias, irrompeu uma curiosa polémica sobre a utilização do inglês para a denominação de faculdades portuguesas. Como se afigura razoável, é entendível que instituições que procuram atrair clientes estrangeiros se dirijam a eles em inglês e que até o possam fazer adoptando a versão anglo-saxónica do nome das próprias faculdades. O que é menos compreensível é que deixem cair por completo a sua denominação portuguesa.
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