Como Vitor comandou a barragem da Aguieira: “Recebíamos uma piscina olímpica de água a cada dois segundos”

Ainda o comboio de tempestades não ocupava os noticiários, já Vítor Silva estava a antecipá-lo. Era final janeiro. As previsões metereológicas anunciavam uma entrada de chuva anormal no país e, no centro de telecomando hídrico da EDP, no Porto, a rotina teve de mudar.

Numa sala dominada por um ecrã gigante, passaram a trabalhar três pessoas por turno, em vez de duas. De dia e de noite. Era preciso abrir espaço nas albufeiras e preparar o sistema para uma quantidade de água que ninguém sabia exatamente medir.

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