Carlos Queiroz deixa selecção de Omã por mútuo acordo | Futebol internacional


O treinador português Carlos Queiroz anunciou este domingo que deixou o comando da selecção de futebol de Omã, tendo, oito meses após ter assumido o cargo, rescindido contrato por mútuo acordo com a federação daquele país.

“Quero manifestar a minha profunda gratidão aos jogadores, à federação e ao apaixonado povo pela honra e privilégio de ter servido a selecção nacional de Omã. Estendo o agradecimento ao presidente e vice-presidente da federação pela confiança e liderança, e pela forma respeitosa e amigável como terminámos a nossa ligação por mútuo acordo”, anunciou o técnico nas redes sociais.

Queiroz, de 73 anos, tinha assumido o comando da selecção em Julho do ano passado, tendo disputado quatro partidas, duas das quais na fase de qualificação asiática para o Mundial2026, em que Omã falhou o apuramento directo e a presença no play-off intercontinental.

“Juntamente com os jogadores e o staff, demos o nosso melhor, tentando trazer sucesso, honra e prestígio ao país. Mantenho confiança e acredito convictamente que a selecção nacional de Omã terá um futuro brilhante e promissor”, publicou o técnico, que estava ligado à federação de Omã até ao Verão.

Em mais de três décadas de uma carreira iniciada em 1991, Omã foi a oitava selecção que Queiroz treinou, depois Emirados Árabes Unidos (1999), África do Sul (2000 a 2001), Colômbia (2019 a 2020), Portugal (1991 a 1993 e 2008 a 2010), Irão (2011 a 2019 e 2022), Egito (2021 a 2022) e Qatar (2023).

A nível de clubes, foi adjunto de Alex Ferguson no Manchester United e orientou em seniores o Sporting, o New York/New Jersey MetroStars (Estados Unidos), o Nagoya Grampus (Japão) e o Real Madrid, tendo como ponto mais alto da carreira a conquista de dois mundiais de sub-20.



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