Nos últimos anos (e nos últimos dias), o setor cultural tem sido sacudido por episódios muitas vezes novelescos: diretores artísticos dispensados de forma abrupta e sem fundamento claro. As razões invocadas variam de caso para caso, mas o padrão repete-se: as direções artísticas continuam frequentemente condicionadas pelo poder político, quer de forma direta (através da intervenção de governantes), quer de forma indireta (por intermédio de administradores ou outros representantes).
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