Instalados a 26 metros do chão, nos fechos da abóbada do cruzeiro da igreja, ninguém lhes vê a pintura feita sobre folha de ouro. E é pena porque nestes medalhões de cobre com quase 500 anos e dois metros de diâmetro há esferas armilares, cruzes de Cristo, armas reais, o leão de S. Jerónimo de juba exuberante, mas sem santo, e os quatros evangelistas, pelo menos um deles de mãos delicadas, com dedos longos.
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