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Reféns do Mondego: entre o resgate dos dinamarqueses e as trincheiras contra o rio

Na quarta-feira, por volta das 15h, Ilkhom foi a casa pela última vez. Fica na margem direita do Mondego, nos Casais do Campo, em Coimbra, mesmo perto do dique, e ao passar por lá não gostou do que viu. A estrutura começava a dar sinais de colapso, incapaz de aguentar por mais tempo a pressão do rio que levava dentro, cujo caudal já passara o limite dos 2 mil metros cúbicos por segundo.

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