As farmácias conseguem prever com dias de antecedência quando é que as urgências dos hospitais vão ser mais pressionadas, com base no aumento de clientes, na sintomatologia, nas vendas de antigripais ou nos resultados de testes rápidos. Esta evidência do “mundo real” já está a ser partilhada com unidades de saúde para que possam adaptar as suas equipas antes de os problemas surgirem.
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