Ponto da situação, ao fim do terceiro dia do concurso de Berlim: Dao, de Alain Gomis, vai à cabeça seguido por Yellow Letters, de Ilker Çatak, e por um punhado de filmes agressivamente medianos (quando não medíocres), prisioneiros de uma ideia feita do que é ou deve ser um “filme de festival”. Já falámos da decepção que nos causou Everybody Digs Bill Evans, poderíamos falar do encolher de ombros com que recebemos Rose, do austríaco Markus Schleinzer (apesar da sempre grande Sandra Hüller e de uma maneira agradavelmente herzogiana de filmar o espaço e a História), ainda iremos falar da violenta alergia que tivemos com Rosebush Pruning, do brasileiro Karim Aïnouz (fica para quando falarmos da forte — e geralmente mais interessante — presença do Brasil no festival deste ano).
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