A Ordem dos Médicos (OM) alerta para as “barreiras desnecessárias no acesso dos doentes” e “constrangimentos organizacionais num sistema já sob forte pressão” que estão a ser criadas pela portaria que definiu, no ano passado, o regime de comparticipação de determinados medicamentos e sensores para a diabetes, e limitou a sua prescrição a especialistas em endocrinologia e nutrição, medicina interna, pediatria e medicina geral e familiar, “mesmo em doentes já diagnosticados”. Em comunicado, “apela à revisão urgente” da portaria que se refere à prescrição de fármacos análogos GLP-1 e o sensor para determinação de glicose intersticial.
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