Podia ter sido líder do PSD, se algum dia o tivesse desejado muito, mas nunca avançou. Pensou várias vezes no assunto, admitiu que chegou a querer o lugar, foi desafiado a candidatar-se. Em 26 de Março de 2015, em entrevista ao Observador, Nuno Morais Sarmento declarava que não se iria auto-excluir da sucessão de Passos Coelho, se isso fosse “útil”. Dizia-se “reconfortado” com os apelos que lhe chegavam de dentro do PSD para que avançasse, coisa que, de resto, sempre tinha acontecido “em certos momentos”.
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