“Reformar instituições é legítimo e, muitas vezes, necessário”, mas é preciso que o debate ocorra com “rigor”, “pluralidade”, sem “simplismos” nem “equívocos grosseiros” e sem
“Reformar instituições é legítimo e, muitas vezes, necessário”, mas é preciso que o debate ocorra com “rigor”, “pluralidade”, sem “simplismos” nem “equívocos grosseiros” e sem